As operações florestais envolvem os procedimentos que compõem um sistema, seguindo uma sequência cronológica. No entanto, alguns termos podem parecer incomuns ao conhecimento geral. Como, por exemplo, para as atividades exploratórias no manejo florestal, após análise dos critérios de corte, no campo é feito o teste do oco, caracterizado pela realização de um furo no tronco para avaliação da presença de áreas ocas e podridões, sendo determinante para o corte, também chamado de derruba ou abate, ou a desconsideração da árvore para o empreendimento florestal, de acordo com seus critérios específicos de aproveitamento da madeira. Após o corte, é realizado o traçamento, quando necessário, onde a árvore é dividida em partes menores para facilitar o arraste ou baldeio, ou seja, a movimentação por máquinas das toras traçadas para os pátios de estocagem.

Considerando o conceito de exploração de impacto reduzido aplicado no Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), tanto a derrubada, quanto o arraste das toras seguem orientações para diminuir os efeitos sobre as árvores remanescentes, através do direcionamento da queda e a criação de trilhas para o baldeio, ou seja, a transferência da área de corte até o pátio. Nos pátios, as toras são sujeitas à cubagem, com a medição do diâmetro, comprimento, volume (para o cálculo do espaço que a carga vai ocupar no transporte) e verificação dos limites de exploração estabelecidos no PMFS. O planejamento das operações florestais devem ser descritas no Plano Operacional Anual (POA), sendo organizado em uma ordem cronológica no ano de vigência do documento.