As Florestas Nacionais (Flona) e Estaduais (Flota), com diferentes níveis de gestão, são predominantemente nativas e têm como principal objetivo o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e pesquisas científicas. Sua criação está relacionada com a Lei de Gestão de Florestas Públicas para a produção sustentável, em função dos critérios do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), seguindo os termos do Art. 17 da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. Além disso, a primeira aparição do conceito de Florestas Nacionais surgiu no Código Florestal de 1934, mas atualmente, os termos são definidos e regulados pelo SNUC.

A Flona e Flota são territórios de domínio público que incentivam as pesquisas, mas que necessitam de prévia autorização do órgão responsável pela administração da unidade. Além disso, visitas técnicas são permitidas e condicionadas às normas estabelecidas para o manejo da unidade. É autorizado a permanência de populações tradicionais de acordo com o Plano de Manejo que disporá de um Conselho Consultivo administrado pelo órgão responsável.

É importante ressaltar a importância de assegurar essas áreas de preservação e conservação pois elas garantem os recursos naturais necessários para a sobrevivência da humanidade e para as gerações futuras, além de serem reconhecidas como repositórios ecológicos, armazenadoras de gás carbono, produtoras de gás oxigênio, redutoras dos níveis de poluição e do aquecimento global. Assegurar a biodiversidade é importante para garantir a sustentabilidade natural para que todas as formas de vida sobrevivam.