Segundo a Instrução Normativa nº 06, de 15 de dezembro de 2006, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), referente à Reposição Florestal, esta se dá mediante a apresentação de créditos. Os créditos são gerados após a identificação  e a fiscalização da execução de projeto de plantio e reflorestamento, de preferência com espécies nativas, em volume correspondente à quantidade de madeira a ser explorada, variando em função do bioma.  

Através do envio de uma Declaração de Plantio Florestal, com informações sobre a localização georreferenciada, exigindo o Cadastro Técnico Federal (CTF) das pessoas físicas e jurídicas no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), é solicitada ao órgão competente a geração de crédito de reposição, onde a comprovação da execução dos projetos é efetuada através de vistoria técnica, certificado de avaliação do plantio por órgão competente e laudo técnico emitido por profissional habilitado, observando questões técnicas como espécies, espaçamentos, mortalidade de plantas, ações de manutenção, como aceiros para incêndios, estradas e combate às pragas.

Os plantios florestais devem ser considerados para a produção de créditos apenas uma vez, a não ser em situação onde espécies com mais de uma rotação após o primeiro corte e brotação de no mínimo 80% do plantio anterior, podendo então gerar novo crédito. A realização da reposição em Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal degradadas também pode ser empregada para a geração de créditos, onde os saldos destes podem ser utilizados pelo titular ou serem comercializados entre pessoas físicas e/ou jurídicas, mediante um termo ou Declaração de Transferência de Créditos Florestais (DTCF), devendo ser realizada apenas uma única vez, completamente ou dividida em partes.